Sadisvan preside comissão que apura suposta falta de respostas a pedidos de informação dos vereadores
A Câmara recebe novamente denúncia contra o prefeito Aurélio Goiano em Parauapebas. Por 8 votos favoráveis e 7 contrários, os vereadores admitiram a Denúncia nº 002/2026, sobre suposta falta de respostas a pedidos de informação.
Segundo as informações repassadas à reportagem, o plenário também definiu os integrantes da comissão processante. Sadisvan Pereira será o presidente, Leandro do Chiquito assumirá a relatoria e Alex Ohana integrará o colegiado.
O que aponta a denúncia
A acusação trata de suposta infração político-administrativa por ausência de respostas dentro dos prazos legal e regimental. Os pedidos partiram de vereadores, receberam aprovação do plenário e seguiram formalmente pela Presidência da Câmara.
Portanto, o questionamento envolve solicitações institucionais encaminhadas ao Executivo. A denúncia sustenta que essas informações não foram respondidas nos prazos exigidos.
O recebimento permite o prosseguimento da apuração. Contudo, a votação não representa uma conclusão sobre a responsabilidade do prefeito pelas omissões apontadas.
Sadisvan presidirá a comissão processante
Com a decisão do plenário, três vereadores passam a integrar a comissão responsável pela condução dos trabalhos. A presidência ficará com Sadisvan Pereira, enquanto Leandro do Chiquito será o relator.
Além deles, Alex Ohana compõe o colegiado. A comissão deverá examinar a acusação e os elementos apresentados no processo.
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Nova votação ocorre após disputa judicial
A Câmara recebe novamente denúncia em um contexto de questionamentos judiciais sobre os procedimentos anteriores. O Portal Felipe Tommy já havia noticiado a suspensão parcial de atos das comissões e a reação do Legislativo.
Em publicação anterior à nova apreciação, o portal também informou que as denúncias voltariam ao plenário. Agora, o resultado comunicado à reportagem para a Denúncia nº 002/2026 foi de 8 votos a 7.

Segundo o relato recebido, vereadores avaliam que a nova tramitação observou o rito regimental. Com isso, acreditam ter reduzido as possibilidades de questionamentos semelhantes aos que atingiram os trabalhos anteriores.
Essa avaliação, entretanto, expressa a posição atribuída aos parlamentares. Ela não equivale a uma decisão judicial que reconheça a regularidade de todos os atos.
Apuração segue sem julgamento antecipado
O ponto central continua sendo a documentação dos pedidos de informação e das respectivas respostas. A análise deverá esclarecer quais solicitações integram a denúncia e quais prazos teriam sido descumpridos.
Assim, quando a Câmara recebe novamente denúncia, abre caminho para examinar a acusação, sem antecipar seu resultado. A responsabilidade atribuída ao prefeito permanece sob apuração.
O material encaminhado à reportagem não inclui a manifestação da Prefeitura sobre a nova votação. O espaço permanece aberto para que o Executivo apresente sua versão e os documentos que considerar pertinentes.
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