Requerimento de Alex Ohana reúne 14 pontos e cobra diagnóstico da fiação e fiscalização das operadoras.
A Câmara Municipal aprovou uma cobrança sobre os cabos soltos em Parauapebas. O Requerimento nº 446/2026, do vereador Alex Ohana (PDT), passou na sessão de terça-feira (20). O pedido solicita informações sobre a situação da fiação aérea e a fiscalização das operadoras.
Ao todo, a proposta reúne 14 pontos técnicos dirigidos ao Executivo e aos órgãos de trânsito, infraestrutura e Defesa Civil. Além disso, cobra um diagnóstico nos bairros e esclarecimentos sobre materiais inutilizados deixados nos postes.
Fiação pendurada coloca segurança em discussão
Na sustentação do requerimento, o parlamentar apontou fios partidos sobre calçadas e cabos caídos nas pistas. Segundo a justificativa, essas situações expõem moradores a riscos de choque, queda e acidentes.
A preocupação inclui especialmente crianças, ciclistas e motociclistas. Por isso, o pedido trata o problema como uma questão de segurança na circulação, além da desordem visual.
O requerimento busca esclarecer como os órgãos municipais acompanham essas ocorrências. Também cobra a posição da administração diante das operadoras que deixam cabeamento inutilizado nos postes.
Câmara pede diagnóstico e informações sobre fiscalização
A cobrança sobre os cabos soltos em Parauapebas envolve tanto o levantamento dos problemas quanto a atuação do poder público. O diagnóstico solicitado deve ajudar a esclarecer a situação do cabeamento aéreo nos bairros.
Entretanto, a aprovação do requerimento não significa que os serviços de retirada já começaram. O ato formaliza a cobrança parlamentar por informações e providências relacionadas ao problema.
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Também não é possível concluir, apenas com a aprovação, quantas operadoras receberam notificações ou penalidades. Esses dados dependem dos registros e das respostas dos órgãos responsáveis.
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Pedido sustenta responsabilidade municipal sobre as vias
O texto reconhece a competência da União sobre os setores de energia e telecomunicações. Contudo, sustenta o poder de polícia municipal sobre as vias públicas e as atribuições de proteção civil.
Assim, o requerimento fundamenta a cobrança na segurança dos espaços de circulação. A discussão envolve a atuação local diante dos riscos apresentados por fios e cabos pendurados.
A íntegra dos 14 questionamentos ainda precisa ser consultada no documento oficial. Além disso, faltam o posicionamento da Prefeitura e da Defesa Civil e os registros de eventuais autuações em 2026.
Essas informações serão necessárias para verificar quais medidas já existem e quais providências ainda dependem de execução. O próximo ponto da cobrança sobre os cabos soltos em Parauapebas é a resposta dos órgãos municipais.
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