Yago executado Rio Verde Parauapebas

Yago é executado no Rio Verde e secretário posta Dia do Amigo

Polícia Regional
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Publicado em 20/07/2026 às 13:36 | Atualizado 20/07/2026 às 13:36 por felipetommyreal


Jovem morreu no asfalto da Rua do Comércio enquanto chefe da segurança publicava vídeo reflexivo; prefeito some das redes.

O jovem Yago foi executado a tiros na manhã desta segunda-feira (20) na Rua do Comércio, no Bairro Rio Verde, em Parauapebas. O crime aconteceu à luz do dia em uma das áreas mais comerciais da cidade. Yago executado no Rio Verde representa mais uma vítima fatal da onda de violência que assola o município.

Dois homens se aproximaram em uma motocicleta. O carona efetuou vários disparos contra o rapaz. Yago não resistiu e morreu dentro de um lava jato antes que qualquer socorro médico pudesse ser acionado. Por isso, os criminosos tiveram tempo de fugir sem nenhuma reação das forças de segurança.

A postagem que revoltou a população

Enquanto o corpo de Yago ainda estava na Rua do Comércio, o Secretário de Segurança Institucional, Dr. Rafael Barboza, publicava um vídeo nas redes sociais. A gravação celebrava o Dia do Amigo. No conteúdo, ele afirmou que não poderia deixar passar a oportunidade e falou sobre amizade na rotina.

A publicação caiu como uma afronta para a população. Internautas lembraram que a SEMSI gerencia um orçamento que ultrapassa R$ 100 milhões anuais. Contudo, os resultados na redução da violência não aparecem. Por isso, a cobrança por trabalho real veio com força nos comentários.

Em um dos comentários de maior repercussão, um morador foi direto ao secretário. Ele pediu que, em vez de mensagens reflexivas, o chefe da segurança mostrasse trabalho. Para o morador, o assassinato de Yago à luz do dia no Rio Verde é a prova de que a cidade precisa de segurança nas ruas, não de postagens institucionais.

Prefeito Aurélio Goiano some das redes e das agendas

A crise também aumentou a pressão sobre o prefeito Aurélio Goiano. Moradores notaram o sumiço do chefe do Executivo das redes sociais e das discussões sobre os problemas urgentes do município. Nos bastidores políticos, circula a informação de que o prefeito aproveita julho para pescar.

Nas redes, o tom é de abandono. Cidadãos afirmam que, enquanto a prefeitura se cala, a cidade continua definhando. Sobretudo, a ausência do gestor em momentos de crise aprofunda o sentimento de desamparo entre os moradores. Consequentemente, as críticas ao prefeito se somam às que já miram o secretário de segurança.

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O histórico de violência e a omissão do poder público

Parauapebas enfrenta um cenário de criminalidade crescente. Homicídios ocorrem com frequência em diferentes bairros da cidade. Facções criminosas atuam em áreas estratégicas como no complexo de prédios residênciais do Alto Bonito e o poder público ainda não apresentou um plano efetivo de resposta.

Igualmente, a rejeição ao prefeito Aurélio Goiano já ultrapassa os 87% segundo pesquisas recentes. A segurança pública figura entre os principais motivos de insatisfação. Visto que a SEMSI tem orçamento expressivo mas os índices de violência sobem, a população questiona o destino dos recursos públicos.

As investigações e a ausência de respostas oficiais

As forças de segurança trabalham para identificar os autores da execução de Yago. As motivações do crime ainda são desconhecidas. Além disso, nenhuma testemunha se identificou publicamente até o fechamento desta reportagem.

Por fim, o Portal Felipe Tommy mantém o espaço aberto para que a SEMSI e a Prefeitura se manifestem. Atualmente, nenhuma das duas partes enviou resposta às cobranças da população. A equipe acompanha o caso e publicará novas informações assim que a polícia divulgar novos desdobramentos sobre a investigação do Yago executado no Rio Verde de Parauapebas.

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