Suspeito preso em Parauapebas

Suspeito de homicídio em lava jato é preso em Parauapebas

Polícia
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Publicado em 27/07/2026 às 08:02 | Atualizado 27/07/2026 às 08:02 por felipetommyreal


Fagner Miranda Fernandes teria conduzido a moto da fuga e confessado apoio ao crime, segundo a Polícia Militar.

A Polícia Militar prendeu mais um envolvido no homicídio do bairro Rio Verde. O caso ganhou um novo capítulo com o suspeito preso em Parauapebas nesta semana. Fagner Miranda Fernandes aparece como participante do crime. De acordo com a polícia, ele deu apoio direto à fuga dos criminosos.

O crime aconteceu na segunda-feira, dia 20, em um lava jato da cidade. O estabelecimento fica na Rua do Comércio, no bairro Rio Verde. Segundo o relatório policial, Fagner conduziu a motocicleta usada na fuga. Além disso, ele teria confessado o apoio ao escape dos envolvidos.

Foto: Divulgação

Detalhes da prisão em Parauapebas

Os militares localizaram Fagner durante uma operação bem planejada. Em seguida, eles apresentaram o suspeito na Delegacia de Polícia Civil. Dessa forma, ele permanece custodiado à disposição da Justiça. A prisão representa um avanço importante para as investigações.

Segundo a corporação, Fagner assumiu seu papel no apoio à fuga. Ele ainda revelou um detalhe importante sobre o caso. Por isso, seu depoimento ganhou peso na apuração policial. O suspeito preso em Parauapebas ajudou a esclarecer a dinâmica do crime.

A ação policial aconteceu de forma discreta e organizada. Os agentes reuniram informações antes de chegar até ele. Logo, a abordagem terminou sem grandes dificuldades. O acusado não esboçou reação no momento da prisão.

O que a polícia apreendeu

Durante a operação, os policiais recolheram diversos itens importantes. Eles apreenderam a motocicleta apontada como veículo da fuga. Além disso, encontraram um simulacro de arma de fogo. A equipe também localizou cerca de 70 gramas de maconha.

A polícia recolheu ainda as roupas usadas no dia do homicídio. Ou seja, os agentes reuniram provas materiais relevantes. Esses objetos podem reforçar a acusação contra o grupo. Portanto, a investigação segue em ritmo acelerado.

Cada item apreendido tem valor para a perícia técnica. Os investigadores vão analisar todo o material nos próximos dias. Inclusive, o simulacro reforça a suspeita de premeditação. As provas seguiram para a delegacia da região.

A quantidade de maconha também chamou atenção dos investigadores. Assim, a suspeita de envolvimento com o tráfico ganhou força. A polícia vai apurar a origem da droga apreendida. Esse ponto pode revelar novas conexões do grupo.

O simulacro e a motocicleta foram apreendidos pela PM

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Relembre o caso do homicídio

Hiago Likson Barros Silva, de 28 anos, foi a vítima do crime. Homens executaram o jovem a tiros na manhã de segunda-feira. O ataque ocorreu na Rua do Comércio, no bairro Rio Verde. Câmeras de segurança do lava jato registraram toda a ação.

As imagens mostram dois homens chegando em uma motocicleta. Eles pararam em uma rua lateral próxima ao local. Enquanto isso, o condutor aguardava em cima da moto. Em seguida, o passageiro desceu e disparou contra a vítima.

Logo depois, a dupla fugiu do local em alta velocidade. Os criminosos abandonaram a primeira moto, uma Honda Pop. Assim, eles trocaram de veículo para despistar a polícia. Fagner teria assumido a direção da segunda motocicleta.

Intervenção policial deixou um suspeito morto

Um dia após o crime, a Polícia Militar agiu mais uma vez. Maurício Jameson da Silva morreu durante uma intervenção policial. O fato ocorreu na tarde de terça-feira, dia 21, no bairro Guanabara. Segundo a corporação, ele participou da execução de Hiago.

De acordo com a Polícia Militar, Maurício reagiu à abordagem. Ele teria apontado uma arma de fogo contra os agentes. Por isso, os militares revidaram durante a ação. No entanto, Fagner teria confirmado que Maurício efetuou os disparos.

A morte de Maurício gerou grande repercussão na cidade. Moradores acompanham o desfecho do caso com bastante atenção. Ao mesmo tempo, a polícia mantém sigilo sobre novos alvos. As diligências continuam para prender o restante do grupo.

Atualmente, o caso permanece sob investigação da Polícia Civil. O suspeito preso em Parauapebas segue à disposição da Justiça. Enfim, as autoridades tentam identificar outros envolvidos no homicídio. A população pode colaborar por meio de denúncias anônimas.

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