Publicado em 10/08/2026 às 09:56 | Atualizado 10/08/2026 às 09:56 por felipetommyreal
Mardone Silva de Jesus, de 26 anos, foi atingido por seis disparos e não resistiu ao chegar ao HGP
Um jovem morto em Parauapebas na noite de sábado (8) voltou a expor a violência armada nos bairros da cidade. Mardone Silva de Jesus, de 26 anos, foi atingido por seis disparos de arma de fogo. O caso aconteceu no bairro Novo Brasil.
Segundo a Polícia Militar, o ataque ocorreu no cruzamento das ruas Manoel de Sousa e Amilton Ribeiro. Equipes foram acionadas logo depois dos disparos. Em seguida, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local.
A vítima ainda foi socorrida com vida. No entanto, ela morreu pouco depois, já dentro do hospital. Assim, o caso passou a ser tratado como homicídio.
O que as testemunhas relataram à polícia
Testemunhas contaram à corporação que dois homens ocupavam uma motocicleta vermelha, sem placa. O passageiro usava uma camisa do Flamengo. Já o piloto vestia roupa preta.
Ainda de acordo com os relatos, a dupla fugiu logo após os disparos. Até esta publicação, a polícia não divulgou a motivação do crime. Também não há informação sobre suspeitos identificados.
Esse tipo de detalhe costuma pesar na apuração. A cor da motocicleta, a ausência de placa e a roupa dos ocupantes viram ponto de partida. Por isso, os policiais registram cada informação ainda no local.
Socorro do Samu e morte no HGP
A equipe do Samu encontrou Mardone com vida e iniciou o atendimento na via. Depois, os socorristas o levaram para o Hospital Geral de Parauapebas (HGP). Ele morreu ao dar entrada na unidade.
O atendimento pré-hospitalar segue um protocolo. A equipe estabiliza a vítima e avalia os ferimentos antes do transporte. Em casos com múltiplas perfurações, porém, o tempo joga contra.
Com a confirmação do óbito, o corpo segue para os exames periciais. O laudo aponta a trajetória dos projéteis e a distância dos disparos. Dessa forma, a perícia ajuda a reconstruir a cena.
O resultado desse exame entra no inquérito. Ou seja, ele vira peça técnica para confirmar ou descartar as versões colhidas com as testemunhas.
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O que a Polícia Civil deve investigar
O caso do jovem morto em Parauapebas ainda não tem suspeito identificado. A Polícia Civil deve abrir inquérito para apurar a autoria e a dinâmica do crime. O trabalho reúne perícia, oitiva de testemunhas e busca por imagens de câmeras.
Câmeras de comércios e de residências costumam ajudar nesse tipo de caso. Elas podem registrar o modelo da motocicleta e as roupas dos ocupantes. A ausência de placa dificulta a identificação do veículo, por isso a investigação avança por outros caminhos.
A família também deve ser ouvida durante o inquérito. O depoimento de parentes ajuda a mapear a rotina da vítima e possíveis conflitos recentes. Em seguida, a polícia cruza esses relatos com as imagens levantadas.
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Mais um jovem morto em Parauapebas passa a depender agora do trabalho de investigação. Enquanto o inquérito avança, o caso segue sem autoria conhecida.
O que ainda não se sabe
A polícia não informou se Mardone havia registrado ameaças. Também não divulgou dados sobre passagens anteriores. Da mesma forma, a corporação não confirmou o tipo de arma usada no ataque.
O número exato de disparos efetuados igualmente não foi divulgado. As seis perfurações citadas se referem aos ferimentos na vítima. Logo, a contagem final depende do laudo pericial.
Como colaborar com as investigações
Quem tiver informações pode procurar a delegacia de Parauapebas. O Disque Denúncia 181 também recebe relatos. O canal funciona de forma anônima, sem identificação de quem liga.
Detalhes simples fazem diferença. Horário, direção da fuga e características da motocicleta entram nessa lista. Portanto, qualquer relato pode encurtar o caminho da apuração.
O Portal Felipe Tommy acompanha o caso. Assim que a Polícia Civil divulgar novas informações, esta matéria será atualizada.
