Escândalo na câmara municipal

Escândalo na câmara municipal de Parauapebas envolve agressões e insultos entre vereadores

Política Regional
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Publicado em 10/06/2026 às 15:30 | Atualizado 10/06/2025 às 15:30 por felipetommyreal


Sessão vira cenário de caos com ameaças de agressão física, exames toxicológicos e acusações contra prefeito.

A sessão ordinária da última terça-feira se transformou em um verdadeiro campo de batalha parlamentar. O ambiente democrático deu lugar a um severo escândalo na câmara municipal que assustou os moradores da região.

O clima esquentou de forma descontrolada logo nos bastidores do prédio público. Os vereadores Zé do Bode (União) e Zé da Lata (Avante) protagonizaram cenas lamentáveis de hostilidade mútua.

De acordo com imagens gravadas por populares, Zé da Lata partiu em direção a Zé do Bode de forma agressiva. O parlamentar do partido União reagiu imediatamente ao avanço do colega de plenário.

A intervenção rápida de pessoas presentes evitou que a discussão evoluísse para agressão física direta. No entanto, o embate violento continuou de forma pública através dos microfones da casa de leis.

Ofensas pessoais e desafios públicos com exames de drogas

O parlamentar Zé do Bode utilizou a palavra para disparar provocações pesadas contra o seu oponente político. Ele questionou publicamente se o rival preferia resolver a situação “com dor ou sem dor”.

Na sequência do discurso inflamado, ele chamou o colega de parlamento de “velho pilantra”. A reação do oponente na tribuna elevou ainda mais a gravidade de todo o ocorrido.

“Quero perguntar para o vereador Zé da Lata se ele quer com dor ou sem dor hoje, velho pilantra.” — declarou Zé do Bode em tom de forte ameaça.

Em resposta imediata, Zé da Lata acusou formalmente o rival de consumir substâncias entorpecentes ilícitas de forma regular. Ele garantiu ao público presente que não possuía nenhum medo das intimidações físicas sofridas.

Diante da grave acusação de dependência química, Zé do Bode prometeu abandonar a sessão legislativa para realizar um exame toxicológico de emergência. O objetivo seria comprovar sua inocência perante a sociedade civil.

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Disputa política atinge a base do poder executivo municipal

A crise política se expandiu e acabou envolvendo diretamente a vereadora Maquivalda Barros (PDT). Zé da Lata usou seu tempo de fala para responsabilizar a parlamentar pelas recentes demissões de servidores municipais.

Segundo a acusação do parlamentar, as ações judiciais propostas pela vereadora prejudicaram diretamente o sustento de diversos pais de família da cidade.

A parlamentar do PDT reagiu com extrema indignação na tribuna oficial da câmara. Ela afirmou que o atual prefeito da cidade enganou de forma deliberada toda a população local.

Maquivalda chamou o colega de bancada de insignificante e apontou falta de hombridade no comportamento do parlamentar. A legisladora afirmou que não toleraria manipulações políticas rasteiras.

População sofre com a falta de governabilidade urbana

A vereadora estendeu suas duras críticas ao chefe do poder executivo local, Aurélio Goiano. Ela classificou o prefeito e o próprio filho dele como pessoas malandras que exploram os recursos do município.

O desabafo contundente encontrou eco nas galerias do parlamento. Diversos cidadãos presentes demonstraram profunda insatisfação com os rumos administrativos da localidade.

Este vergonhoso escândalo na câmara municipal reflete o estado atual de completo abandono administrativo enfrentado por Parauapebas. Ruas esburacadas e falta de saneamento básico básico geram revolta cotidiana na comunidade.

A prefeitura local não apresenta soluções eficazes para reverter o cenário de degradação estrutural. Enquanto os políticos locais brigam pelo poder, os moradores sofrem as consequências da ausência de políticas públicas sérias.

A equipe de reportagem segue investigando as contas públicas municipais. Traremos novas atualizações detalhadas assim que os laudos e documentos oficiais forem emitidos pelas autoridades competentes.