Publicado em 03/06/2026 às 02:30 | Atualizado 03/06/2025 às 02:30 por felipetommyreal
Como transformar o Banpará em uma ferramenta real de desenvolvimento econômico sem o uso político do recurso.
O debate sobre a eficiência das instituições financeiras estatais ganha força com a proposta de Junior do Macre. Ele defende que o crédito no banco público deixe de ser um “favor político” para se tornar uma ferramenta de desenvolvimento estruturado. A ideia central é utilizar o Banpará como um agente financeiro técnico, focado no fortalecimento de micro e pequenos empreendedores em todo o Pará.
Transparência: o fim do balcão de negócios políticos
Para o pré-candidato, a concessão de crédito público exige responsabilidade financeira. Ele argumenta que o banco não pode funcionar como um “balcão político” onde o acesso ao recurso é condicionado a apoios ou promessas vazias. “Desenvolvimento não combina com improviso”, afirma Junior do Macre. O modelo proposto foca na análise técnica e na transparência total das operações, garantindo que o recurso chegue a quem realmente produz e gera empregos.
Programa “Empreendedor Forte”: a nova trilha de crédito
A proposta do programa “Empreendedor Forte” prevê uma atuação conjunta entre o Estado e o banco. Enquanto o Estado entra com a política pública, através de fundos garantidores e assistência técnica, o Banpará opera o crédito. O diferencial desta proposta está na integração com os municípios. O empreendedor não enfrenta apenas uma fila confusa; ele acessa uma trilha organizada, com juros equilibrados e acompanhamento profissional. O objetivo é garantir que o dinheiro liberado seja aplicado corretamente na expansão dos negócios.
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O impacto no desenvolvimento econômico regional
Ao priorizar critérios técnicos e o acompanhamento de metas, o Estado promove um ciclo virtuoso. O pequeno empreendedor, que hoje carece de apoio, passa a contar com uma estrutura que viabiliza seu crescimento. Junior do Macre reforça que o crédito no banco público deve servir ao povo e não a interesses partidários. A eficácia desse modelo dependerá da capacidade do Estado em gerir os fundos garantidores, garantindo que a oportunidade seja real e acessível a todos os paraenses.

