adolescentes desaparecidos em Marabá

Dois adolescentes desaparecidos em Marabá após saírem para escola

Polícia
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Valentina e André, ambos de 15 anos, não são vistos desde terça (25); famílias pedem ajuda para localizá-los

Dois adolescentes desaparecidos em Marabá mobilizam duas famílias desde a última terça-feira (25). Valentina Irene Alves Pereira e André Luiz Almeida Bento têm 15 anos. Os dois estudam na Escola Acir Barros, no bairro Amapá. Ambos saíram de casa com destino à escola e ninguém mais os viu.

As circunstâncias dos dois casos seguem em apuração. Enquanto isso, os familiares pedem ajuda da população do sudeste do Pará. Qualquer informação sobre o paradeiro dos jovens pode chegar às autoridades responsáveis. Além disso, as famílias mantêm um telefone aberto para receber pistas.

Valentina não é vista desde 25 de agosto

Valentina Irene Alves Pereira cursa o ensino médio. A adolescente saiu de casa na terça-feira e não retornou. Desde então, a família procura informações sobre o paradeiro dela. Por isso, os parentes pedem que qualquer pessoa que a tenha visto entre em contato.

Segundo os familiares, cada detalhe conta neste momento. Assim, horários, locais e pessoas que estiveram com a jovem interessam à apuração. Além disso, os parentes pedem que ninguém repasse boato. Ou seja, a orientação é levar o que se sabe direto aos canais indicados.

André não chegou a entrar na sala de aula

Também na terça-feira, André Luiz Almeida Bento saiu de casa rumo à escola. Segundo familiares, porém, o adolescente não chegou a entrar na sala de aula. Ninguém mais o viu desde aquela manhã. A família busca qualquer informação que ajude a localizá-lo.

Os dois casos compartilham a mesma data e a mesma unidade de ensino. Contudo, não há confirmação de ligação entre os episódios. As apurações continuam em andamento. Por isso, as famílias evitam especular sobre o que aconteceu.

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Como repassar informações sobre o paradeiro

Quem tiver informações sobre Valentina ou André pode ligar para (91) 98562-7597. Além disso, o Disque-Denúncia atende pelo número 181. A identidade de quem informa permanece em sigilo. Dessa forma, ninguém precisa se identificar para colaborar.

As famílias pedem que as pistas cheguem aos canais indicados. Em seguida, as autoridades responsáveis avaliam cada informação recebida. Portanto, compartilhar nas redes ajuda, mas não substitui o contato direto. Quanto antes o dado chegar, maior a chance de localização.

O bairro Amapá concentra grande circulação de estudantes todos os dias. Por isso, moradores, motoristas de aplicativo e comerciantes podem ter cruzado com os adolescentes desaparecidos em Marabá. Câmeras de estabelecimentos da região também podem ajudar. Em resumo, qualquer registro daquela manhã tem valor para a apuração.

Grupos de mensagem espalham a foto dos jovens com rapidez. Todavia, muita gente repassa versões sem origem conhecida. Antes de encaminhar, portanto, vale conferir o dado com a família ou com a polícia. Informação errada tira tempo de quem procura.

Lei prevê apuração imediata quando o desaparecido é adolescente

O Estatuto da Criança e do Adolescente trata o tema como prioridade absoluta. A Lei 11.259, de 2005, determina investigação imediata nesses casos. Ou seja, não existe prazo de espera de 24 horas para comunicar o desaparecimento. A família pode procurar a delegacia no mesmo dia.

O boletim de ocorrência é o primeiro passo formal da busca. A partir dele, a polícia insere os dados nos sistemas oficiais. Além disso, o registro permite acionar o Conselho Tutelar e a rede de proteção. Por isso, a comunicação precisa acontecer mesmo diante de suspeita de saída voluntária.

O que as famílias pedem agora

O apelo das duas casas é simples e direto. Elas querem saber onde os adolescentes estão. Enquanto não há resposta, a rotina segue suspensa. Cada telefonema vira uma expectativa.

Enquanto as buscas continuam, os dois adolescentes desaparecidos em Marabá seguem sem paradeiro conhecido. O portal acompanha o caso e atualiza esta matéria a cada nova informação confirmada.

A divulgação das fotos amplia o alcance da procura em Marabá e nas cidades vizinhas. Contudo, a informação precisa ser conferida antes de circular. Boato atrasa a busca e desgasta quem procura. Dessa forma, o pedido das famílias é claro: quem viu, avisa; quem não viu, compartilha.

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