acidente Mina do Sossego

Trabalhador morre em acidente na Mina do Sossego, em Canaã

Mineração Regional
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Publicado em 24/08/2026 às 05:42 | Atualizado 24/08/2026 às 05:42 por felipetommyreal


Atualização — 24/08, 12h: a Vale Metais Básicos confirmou oficialmente o caso. A vítima é Iago Lima, de 26 anos, inspetor de manutenção da U&M. Leia a matéria com a confirmação da empresa.

Vítima identificada como Iago era funcionário da U&M; causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades

Um trabalhador perdeu a vida após um acidente na Mina do Sossego, em Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará. O caso aconteceu neste domingo (23). A vítima é Iago, funcionário da empresa U&M. Até o momento, as informações sobre o episódio seguem preliminares.

De acordo com relatos iniciais, uma cinta teria se rompido durante a realização de uma atividade. Em seguida, um cilindro caiu sobre o trabalhador. Contudo, ninguém confirmou oficialmente essa versão. Por isso, o portal trata o relato como informação preliminar.

O que se sabe sobre o acidente na Mina do Sossego

A empresa U&M não divulgou nota oficial sobre o caso até a publicação desta matéria. Da mesma forma, as autoridades ainda não detalharam a dinâmica da ocorrência. Portanto, dados como horário exato, função da vítima e etapa da operação seguem sem confirmação.

A Mina do Sossego produz cobre e fica em Canaã dos Carajás. A operação pertence à Vale. Além disso, a mina reúne trabalhadores próprios e de empresas contratadas. A U&M atua como prestadora de serviços no setor de mineração.

A reportagem apura, neste momento, a idade da vítima, a função que ele exercia e o local exato da ocorrência. Assim que houver confirmação oficial, atualizamos esta matéria.

Comoção entre colegas e moradores

O episódio causou comoção entre colegas de trabalho e moradores da região. Nas redes sociais, trabalhadores publicaram mensagens de solidariedade à família. Além disso, muitos cobraram explicações sobre o que aconteceu dentro da área industrial.

Canaã dos Carajás vive da mineração. Boa parte da população trabalha em turnos dentro das minas ou em empresas contratadas. Por isso, cada acidente grave repercute rapidamente na cidade inteira.

Como um acidente de trabalho é apurado

A legislação brasileira prevê um rito específico depois de um acidente fatal. Primeiramente, a empresa precisa emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho, a CAT. Em seguida, a área do acidente deve permanecer preservada para perícia.

A Polícia Civil também registra a ocorrência e apura as circunstâncias. Já a Superintendência Regional do Trabalho pode fiscalizar o local e interditar a frente de serviço. Além disso, o Ministério Público do Trabalho pode abrir procedimento próprio.

O sindicato da categoria costuma acompanhar a perícia. Dessa forma, a investigação avalia se houve falha de equipamento, de procedimento ou de supervisão. Contudo, esse processo costuma levar semanas.

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Segurança em atividades com cargas

Atividades de içamento e movimentação de cargas seguem normas específicas. As cintas e os demais acessórios têm limite de carga e prazo de inspeção. Por isso, a checagem desses itens entra na rotina obrigatória das equipes.

Empresas do setor mantêm procedimentos internos de análise de risco antes de cada tarefa crítica. Dessa forma, a equipe registra o plano de trabalho e confere os equipamentos. Em seguida, o supervisor libera a atividade.

No caso relatado, o rompimento de uma cinta aparece nas primeiras versões. No entanto, apenas a perícia pode confirmar a causa. Logo, qualquer conclusão antes disso seria precipitada.

Direitos da família em acidente de trabalho

A família de um trabalhador vítima de acidente fatal tem direitos previstos em lei. Primeiramente, a emissão da CAT garante o registro previdenciário do caso. Em seguida, os dependentes podem requerer pensão por morte junto ao INSS.

Além disso, convenções coletivas costumam prever seguro de vida em grupo. Já a discussão sobre indenização corre na Justiça do Trabalho. Contudo, cada caso depende da apuração de responsabilidade.

Portal aguarda posicionamento

O Portal Felipe Tommy procurou as empresas envolvidas e pediu posicionamento oficial. O espaço segue aberto para manifestação, sem prazo de encerramento. Dessa forma, o leitor acompanha as duas versões do caso.

A reportagem também acompanha o desdobramento junto às autoridades locais. Portanto, novas informações sobre o acidente na Mina do Sossego entram nesta página ao longo dos próximos dias.

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