Calote nas rescisões de servidores de Parauapebas agrava crise da gestão

A gestão do prefeito Aurélio Goiano em Parauapebas enfrenta mais uma denúncia grave: ex-servidores municipais demitidos relatam não ter recebido verbas rescisórias referentes a dezembro de 2025 e ao período de janeiro a maio de 2026. A crise se soma ao caos na educação especial, que já havia gerado protestos de mães de autistas e uma liminar judicial determinando o retorno de mais de 800 funcionários. A Prefeitura não se manifestou até o fechamento da matéria.