Publicado em 05/08/2025 às 13:06 | Atualizado 05/08/2025 às 13:06 por felipetommyreal
Moradores bloqueiam novamente a estrada Paulo Fonteles e cobram retorno de servidores, creche e ambulância para a comunidade.
Nesta terça-feira (05), a Vila Sanção, localizada na zona rural de Parauapebas, completou o segundo dia de protestos por exonerações e estrutura escolar. A comunidade voltou a bloquear a estrada Paulo Fonteles, desta vez utilizando cordas atravessadas com cartazes presos e queimando pneus para chamar atenção.
O movimento exige o retorno da diretora Florisa e demais funcionários da Escola Alegria do Saber, exonerados sem diálogo. Além disso, pedem melhorias urgentes para a unidade escolar, como a criação de uma sala de creche. “Nossas crianças precisam”, dizia um dos cartazes.
Protesto ganha força com apoio popular
A cada dia, mais moradores se juntam à mobilização. Os cartazes expressam indignação com frases como:
- “Vila Sanção unida contra a injustiça e a perseguição política!”
- “Quem persegue o povo, persegue o futuro!”
- “Florisa não está só!”
- “Representar não é falar por todos, é ouvir todos!”
O protesto, marcado pela obstrução pacífica da estrada, contou com a presença da Guarda Municipal, que apenas garantiu o direito dos manifestantes de permanecerem no local. A Secretaria de Educação (SEMED) e o prefeito Aurélio Goiano ainda não se manifestaram oficialmente.
Veja imagens abaixo da manifestação.








Infraestrutura é pauta urgente
Além da questão das exonerações, os moradores também cobram melhorias na estrutura da vila. Um cartaz destacava: “Ambulância para a Vila Sanção! Não somos extensão de outra vila!”. A comunidade reivindica atendimento básico de saúde próprio, sem depender de localidades vizinhas.
Impacto no tráfego e economia
Funcionários da Vale e empresas terceirizadas do projeto Salobo voltaram a ser afetados pela manifestação. Muitos relataram atrasos e dificuldades para chegar ao trabalho. A população local afirma que manterá a mobilização até receber respostas concretas do poder público.
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Comunidade cobra respostas
Em vídeo gravado durante o ato, uma moradora resume o sentimento coletivo:
“Queremos respostas da Secretaria de Educação e do prefeito Aurélio Goiano. O povo está cansado de silêncio.”
A frase protestos por exonerações e estrutura se repete como grito de ordem nas vozes da comunidade, que exige escuta, respeito e ação por parte da administração municipal.

O Portal Felipe Tommy segue acompanhando o caso e está aberto para divulgar o posicionamento dos envolvidos.
