Acidentes na Avenida A exigem redutor de velocidade urgente em Parauapebas
Cinco acidentes em uma curva da Avenida A, em Parauapebas, provocam indignação. Moradores cobram redutores e sinalização para evitar novas tragédias.
Continue lendoCinco acidentes em uma curva da Avenida A, em Parauapebas, provocam indignação. Moradores cobram redutores e sinalização para evitar novas tragédias.
Continue lendoPrefeitura arrecadou quase metade do previsto para 2025, mas gastou ainda mais. Relatório aponta déficit de R$ 47,3 milhões no terceiro bimestre.
Continue lendoUma investigação expõe desvio de recursos públicos em Parauapebas. O secretário Neil Armstrong pagou R$ 293.269,85 por um imóvel abandonado. Um médico lucrou, e nepotismo cruzado com a esposa do secretário adiciona ao escândalo.
Continue lendoEmpresários bloqueiam Ressol em Parauapebas cobrando pagamentos atrasados. Fornecedores dizem que a prefeitura já pagou, mas a empresa não repassou. Caminhões de coleta parados.
Continue lendoDeputado Keniston Braga entrega ambulância em São Félix do Xingu, garantindo transporte seguro de pacientes e reforço para a rede municipal de saúde.
Continue lendoMaria Valentina, de um ano, está internada há 12 dias aguardando cirurgia cardíaca urgente. Estado é grave, e mãe clama por decisão judicial imediata.
Continue lendoTrabalhadores denunciam 75 dias de atraso no pagamento por serviços prestados à PaviFênix em Parauapebas. Prefeitura e empresa se acusam, e famílias sofrem consequências.
Continue lendoPromessas não cumpridas agravam a situação na Rua Lauadé 2. Serviço paliativo deixou esgoto exposto, mau cheiro e indignação. Moradores pedem solução urgente.
Continue lendoA Prefeitura de Parauapebas firmou um contrato de R$ 83 milhões com uma empresa do Amapá. A adesão à ATA e a ligação do secretário com o estado levantam suspeitas de favorecimento.
Continue lendoA Prefeitura de Parauapebas firmou três novos aditivos com a ASELC, responsável pelo HGP. Mesmo com três meses de atraso no pagamento, o contrato foi estendido e reajustado, atingindo mais de R$ 368 milhões. A medida levanta questionamentos sobre transparência e prioridades da gestão municipal.
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