Publicado em 22/09/2025 às 17:13 | Atualizado 22/09/2025 às 17:13 por felipetommyreal
Durante sessão em Parauapebas, Anderson Moratório defendeu Maquivalda Barros e afirmou que ameaças a parlamentares poderão resultar em prisão em flagrante.
O presidente da Câmara de Parauapebas, Anderson Moratório, garantiu apoio à vereadora Maquivalda Barros após denúncia de intimidação. Ele prometeu prisão imediata para infratores. A vereadora Maquivalda Barros (PDT) denunciou na tribuna que foi intimidada por Luan Alves, conhecido como Space DJ, encarregado da empresa Ressol, responsável pela coleta de lixo. Segundo Maquivalda, o funcionário teria coagido servidores da empresa e, após a denúncia, compareceu à Câmara para confrontá-la. Ela relatou ter sido ofendida e ameaçada dentro da Casa de Leis, em pleno exercício de sua função parlamentar.
Reação do presidente
O presidente Anderson Moratório (PRD) se posicionou com firmeza. Ele disse que a Câmara não aceitará intimidações contra parlamentares durante sessões oficiais. Moratório declarou apoio integral à vereadora. Afirmou que qualquer tentativa de intimidação dentro do plenário será combatida com rigor. Ele determinou que a Polícia Legislativa conduza imediatamente os responsáveis por ameaças às autoridades competentes.
Prisão em flagrante
O presidente foi direto: ameaçadores poderão sair presos em flagrante. Essa postura marca um novo momento na defesa da integridade dos parlamentares. Segundo Moratório, a Câmara é um espaço democrático. Portanto, não pode ser palco de coação ou violência contra vereadores em atividade.
Impacto político
A denúncia gerou repercussão. Populares questionam a influência da Ressol, empresa que mantém contratos milionários com a prefeitura de Parauapebas na coleta de lixo de Parauapebas. A intimidação expõe fragilidade na relação entre empresas prestadoras de serviço e o poder público. Vereadores cobraram respeito ao mandato parlamentar e garantias de segurança para exercerem suas funções.
Reflexo para a população
O caso evidencia como a política local enfrenta tensões entre representantes do povo e empresas terceirizadas. A sociedade acompanha preocupada, pois se vereadores sofrem intimidação, servidores e cidadãos comuns ficam ainda mais vulneráveis. A Câmara prometeu vigilância redobrada em próximas sessões.
Ameaçado
O episódio reforça a necessidade de preservar a democracia. Nenhum parlamentar pode ser ameaçado por exercer o dever de fiscalizar contratos públicos. A fala do presidente marca um recado: ameaças não serão toleradas, e a lei será cumprida.

O Portal Felipe Tommy segue acompanhando o caso e está aberto para divulgar o posicionamento dos envolvidos.
