perseguição política Parauapebas

Perseguição política Parauapebas: Anderson Moratório acusa governo Aurélio Goiano

Política Regional
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Publicado em 05/02/2026 às 22:00 | Atualizado 05/02/2025 às 22:00 por felipetommyreal


Presidente da Câmara denuncia demissões, assédio moral e uso do Diário Oficial como instrumento de retaliação política no município.

A perseguição política Parauapebas entrou no centro do debate público após um forte pronunciamento do vereador Anderson Moratório. O presidente da Câmara usou as redes sociais para denunciar ataques e retaliações do Poder Executivo municipal. No vídeo, Moratório afirmou sofrer perseguição direta do governo Aurélio Goiano. Segundo ele, a motivação seria o rompimento político ocorrido após mudanças no comando do partido PRD.

Pronunciamento público gera repercussão

Em sua fala, o vereador questiona se a política justifica perseguir pessoas que dedicaram a vida ao serviço público. Ele destacou sua trajetória como professor efetivo do município há décadas. Moratório classificou a situação atual como covardia política. De acordo com ele, o Executivo decidiu exonerar servidores por vingança, após intenso assédio moral e pressão psicológica.

Demissões e retorno parcial de servidores

Segundo o presidente da Câmara, mais de oitenta servidores públicos foram demitidos. Muitos deles, conforme relatado, tinham vínculo profissional ou político com ele. Posteriormente, parte desses servidores teria sido reconduzida às funções. Ainda assim, Moratório afirmou que o dano humano já havia sido causado. Ele ressaltou que a justiça foi parcialmente reparada, mas a um custo que não deveria existir.

Uso do Diário Oficial como instrumento de pressão

O vereador denunciou o uso do Diário Oficial como ferramenta de chantagem política. Segundo ele, exonerações foram publicadas de forma estratégica para intimidar servidores. Além disso, há relatos de assédio moral e tentativas de coagir profissionais honrados a atacá-lo publicamente. O objetivo seria preservar empregos e sustento familiar.

Ruptura política e disputa partidária

A crise se intensificou após o PRD mudar de comando em Parauapebas. O partido deixou a base do vice-prefeito Chico das Cortinas e passou para Anderson Moratório. O prefeito Aurélio Goiano teria interpretado a mudança como traição política. A partir disso, segundo Moratório, iniciou-se a perseguição política Parauapebas.

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Lealdade, princípios e críticas ao governo

Moratório afirmou que sempre caminhou ao lado do projeto político atual, acreditando na mudança necessária para a cidade. Contudo, disse que o sonho foi sendo desconstruído ao longo do mandato. Ele destacou que ser aliado não significa concordar com tudo. Para ele, a lealdade verdadeira exige alertar quando os rumos se perdem.

Compromisso com a legalidade

Mesmo diante do rompimento, Moratório reforçou que não rompeu com seus princípios. Ele afirmou que não se calará diante de erros e desmandos do governo Aurélio Goiano. À frente da presidência da Câmara, garantiu que continuará fiscalizando o Executivo. Também assegurou que o mandato de cada vereador será respeitado.

Política local em ebulição

O caso aprofundou a crise política em Parauapebas. O embate entre Legislativo e Executivo expõe tensões internas e levanta questionamentos sobre o uso do poder administrativo. A perseguição política Parauapebas agora ganha dimensão pública e exige respostas oficiais das autoridades envolvidas.

Portal Felipe Tommy segue acompanhando o caso e está aberto para divulgar o posicionamento dos envolvidos.