Publicado em 29/08/2025 às 14:13 | Atualizado 29/08/2025 às 14:13 por felipetommyreal
Morador denuncia que caminhão da Ressol bateu em seu carro parado e que a empresa se recusa a arcar com os prejuízos.
Empresa Ressol ignora batida em carro de morador de Parauapebas e causa revolta na comunidade. O caso, registrado nesta semana, expõe a falta de responsabilidade da empresa que presta serviços de coleta de lixo para a Prefeitura de Parauapebas.
Segundo relato de Fábio Santos, o acidente aconteceu quando ele aguardava o caminhão de lixo passar em uma rua do município. Ele afirma que agiu corretamente e estava parado para liberar a passagem do veículo.
“Eu encostei o carro do lado esquerdo para o caminhão passar pelo lado direito. Mas, quando ele passou o meio, o motorista jogou o caminhão para cima do meu carro, arrastando”, contou o morador.
O motorista do caminhão parou o veículo após os sinais de buzina e desceu. Segundo Fábio, o funcionário da Ressol chegou a admitir a falha no momento do acidente e prometeu arcar com os prejuízos.
No entanto, ao procurar a empresa para solucionar o problema, a resposta foi negativa. “A empresa jogou a responsabilidade para o motorista. Ele disse que não vai pagar porque, na opinião dele, estava certo”, relatou Fábio.
O caso foi registrado junto ao Departamento Municipal de Trânsito e Transporte (DMTT), que formalizou a ocorrência. Apesar disso, até o momento, o problema não foi resolvido.
Indignação e pedidos de providências
Moradores próximos ao local afirmam que situações como essa são recorrentes. Motoristas reclamam da falta de preparo de alguns condutores da frota que presta serviço à Prefeitura.
“Não é justo que um cidadão tenha prejuízo com o carro parado e a empresa não assuma a responsabilidade. É um descaso com a população”, desabafou outro morador da área.
A empresa Ressol ignora batida e, até o fechamento desta matéria, não emitiu nota de esclarecimento ou se manifestou oficialmente sobre o ocorrido.




Ação do morador
Fábio reforça que espera uma solução rápida. “Eu fiz tudo certo, registrei ocorrência, procurei a empresa, mas ninguém quer assumir. Se não houver diálogo, vou procurar a Justiça”, afirmou.
O caso levanta questionamentos sobre a responsabilidade da Prefeitura de Parauapebas, contratante da empresa, que deve fiscalizar os serviços prestados e garantir que os direitos dos cidadãos sejam respeitados.

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