Publicado em 30/09/2025 às 14:17 | Atualizado 30/09/2025 às 14:17 por felipetommyreal
Vereadora Maquivalda Barros cobra transparência em contrato de R$ 8 milhões para manutenção de pontes na cidade.
A vereadora Maquivalda Barros (PDT) denuncia discriminação política na Câmara de Parauapebas. Ela acusa a base aliada de rejeitar seu requerimento e aprovar o requerimento da situação. Isso ocorreu em sessão recente que ocorreu nesta terça (30).
O Requerimento Inicial de Maquivalda
Maquivalda apresentou seu pedido em 11 de setembro. Ele mirava o contrato de quase R$ 8 milhões da Secretaria de Obras. O secretário Roginaldo Rebouças Rocha gerencia o acordo. O foco recai na manutenção exclusiva de pontes. Ela questionou o pagamento de R$ 1 milhão em julho. Qual ponte recebeu esse valor? Ninguém respondeu ainda. Por isso, o requerimento rejeitado da oposição persiste como polêmica.
Votação Polêmica e Rejeição
Os vereadores da base governista votaram contra o texto de Maquivalda de 11 de setembro, pois ela representa a oposição ao prefeito Aurélio Goiano. A rejeição veio rápida e sem debates profundos. Assim, o documento morreu na Câmara. No entanto, a população fica no escuro sem sabe para onde estão indo esses valores. Transparência some nesse jogo partidário na Câmara de Parauapebas. Além disso, o caso expõe fissuras locais.
Aprovação do Requerimento de Sadisvan
Agora, vire a página para o vereador Sadisvan Pereira (PRD). Ele é aliado do governo, da base governista na câmara, da situação. Seu requerimento similar ganhou aprovação imediata. A votação ocorreu na sessão ordinária desta terça-feira (30). Sadisvan pediu o cronograma e previsão de execução das obras ou reforma da ponte situada na vicinal 4, na região da Palmares II. Pontes precisam de fiscalização urgente. Diferente de Maquivalda, ele venceu fácil. Portanto, o contraste choca observadores.
Discurso Fogo de Maquivalda
Maquivalda explodiu em discurso veemente. “No meu requerimento, sabem o que disseram à população?” Ela mirou os colegas da base. “Vocês disseram não! Reprovaram meu texto.” Se aprovado antes, Roginaldo já teria falado. Onde estão as pontes reformadas? “Bora perguntar para o Roginaldo: cadê esse R$ 1 milhão?” Ela finalizou com tom desafiador. “Bora cobrar o cronograma desse contrato!” O plenário aplaudiu sua coragem.

O Portal Felipe Tommy segue acompanhando o caso e está aberto para divulgar o posicionamento dos envolvidos.
