Publicado em 14/07/2025 às 06:08 | Atualizado 14/07/2025 às 06:08 por felipetommyreal
Time inglês surpreende o mundo, vence o favorito PSG por 3 a 0 no primeiro tempo e levanta o troféu da primeira edição da nova Copa.
Chelsea vence Mundial de Clubes e faz história na primeira edição do torneio com novo formato. O time inglês dominou o PSG e venceu por 3 a 0 com autoridade. Desde o apito inicial, o Chelsea mostrou superioridade. A equipe teve eficiência defensiva e ofensiva. Em apenas seis finalizações no primeiro tempo, marcou três gols. Cole Palmer brilhou intensamente. Ele marcou duas vezes em chutes precisos e ainda deu assistência para João Pedro marcar o terceiro. A defesa do PSG não conseguiu conter o talento do jovem inglês. João Pedro, recém-chegado ao clube, também foi destaque. O brasileiro entrou para a história ao marcar gols em todas as fases decisivas da competição. A contratação de R$ 415 milhões já começa a dar retorno.

Palmer: craque da final
Cole Palmer foi eleito o melhor jogador da final e de todo o torneio. Ao longo da temporada, ele anotou 18 gols e 13 assistências. Sua atuação contra o PSG foi memorável. O meia-atacante foi preciso, veloz e estratégico. Sua maturidade impressionou o mundo do futebol. Com dois gols e uma assistência, liderou o Chelsea rumo ao segundo título mundial da história do clube.

João Pedro: estrela em ascensão
João Pedro estava de férias no Brasil quando foi anunciado pelo Chelsea. Em poucos dias, virou peça-chave no elenco. Marcou contra Palmeiras, Fluminense e PSG. O atacante se adaptou rapidamente ao estilo de jogo inglês e mostrou frieza nas finalizações. Sua presença de área e inteligência tática foram diferenciais.

O jogo e a confusão
O Chelsea decidiu a partida ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa, administrou o resultado com posse de bola e marcação ajustada. O PSG não encontrou espaços para reagir. Após o apito final, houve confusão. O técnico Luis Enrique discutiu com João Pedro. Jogadores e comissões técnicas se envolveram em empurrões.
Trump e o espetáculo nos EUA
A final foi realizada nos Estados Unidos, com a presença do presidente Donald Trump e do presidente da FIFA, Gianni Infantino. Trump acompanhou o jogo e participou da cerimônia de premiação. A partida teve hino nacional, aviões de caça e fogos nas cores americanas. Curiosamente, Trump anunciou nesta semana tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, o que adicionou um tom político à final.

Favoritos não resistem
O Chelsea não era favorito. Porém, cresceu na fase final, eliminou Benfica, Palmeiras e Fluminense, e bateu o poderoso PSG. Confirmou a frase do técnico Renato Paiva: “O cemitério do futebol está cheio de favoritos.” A conquista coloca o clube inglês em um novo patamar e encerra com chave de ouro a temporada 2024/25.
