A verdade prevaleceu em Parauapebas

NOTA OFICIAL: Tentaram me calar, mas a verdade prevaleceu em Parauapebas

Política Regional
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Publicado em 29/10/2025 às 16:43 | Atualizado 29/10/2025 às 16:43 por felipetommyreal


Jornalista relata tentativa de intimidação após publicar matéria sobre o PSS e reafirma que a liberdade de imprensa é um direito constitucional inegociável.

Essa foi a frase que marcou a noite de 27 de outubro, quando o jornalista Felipe Tommy viveu um episódio que expôs o quanto a liberdade de imprensa ainda é desafiada no Brasil.

Naquela noite, após publicar uma matéria sobre o processo seletivo simplificado (PSS) de Parauapebas, o jornalista foi surpreendido pela chegada de um delegado e um investigador em sua residência. Eles alegavam que cumpririam uma diligência em razão de um suposto flagrante de difamação.

A reportagem tratava de fatos públicos e documentados, e ainda assim gerou reações intensas. Os policiais, no uso de suas atribuições, foram até a casa do jornalista. No entanto, após todos os fatos serem esclarecidos, foram embora, reconhecendo que não havia ilegalidade alguma.

Com serenidade, Felipe Tommy explicou que não existe flagrante em crimes de opinião, informação que qualquer profissional do direito deveria saber. Segundo ele, bastaria o vereador envolvido “consultar um ChatGPT” para entender que a Constituição Federal protege o livre exercício do jornalismo.

Se houvesse flagrante delito, o jornalista teria sido conduzido. Mas, como ele mesmo ressaltou, ideias não se algemam.
Em sua fala, destacou ainda que usar o escudo da “fake news” para se proteger de denúncias legítimas já não convence mais a sociedade.

A Constituição Federal garante a liberdade de expressão e protege a palavra como direito fundamental. Quem tenta puni-la demonstra, segundo o jornalista, o medo da verdade.

Os policiais que atenderam à ocorrência agiram com respeito e equilíbrio. Após diálogo tranquilo, compreenderam que não havia crime, apenas o exercício do jornalismo livre e responsável.
Felipe Tommy agradeceu a postura dos agentes, afirmando que “seguiram a lei, e não a pressão política”.

A matéria que desencadeou toda essa reação apresentou um fato público.
Em julho de 2023, o próprio vereador Léo Márcio gravou um vídeo em suas redes sociais anunciando parceria com o Centro Universitário Unibta para oferecer um cursinho preparatório do PSS.
O vínculo entre o parlamentar e a instituição não é invenção, é registro, conforme explicou o jornalista.

Leia sobre a matéria clicando no link abaixo.

Outro ponto destacado foi a tentativa do prefeito de utilizar a estrutura da Polícia Civil para fins pessoais e políticos, o que, segundo Felipe Tommy, “não colou”. Ele afirmou que o episódio revelou a chamada “síndrome de imperador absoluto”, uma postura que só encontra eco “dentro dos muros da prefeitura e entre seus bajuladores”.

O jornalista parabenizou a Polícia Civil do Estado, especialmente o delegado e o investigador que foram alvo de ofensas por parte do prefeito, mas agiram com dignidade, discernimento e respeito à lei.

Felipe concluiu sua nota afirmando que a verdade prevaleceu em Parauapebas e continuará prevalecendo, porque “o poder passa, mas a verdade permanece”.

A declaração reforça a importância da liberdade de imprensa e a necessidade de proteger jornalistas contra qualquer tipo de perseguição política.
O caso repercutiu nas redes sociais e levantou discussões sobre o limite entre o poder público e o papel fiscalizador da imprensa.

A verdade prevaleceu em Parauapebas e, segundo o jornalista, esse episódio deve servir como lição: quem teme a verdade, tenta calar quem a diz.

Portal Felipe Tommy segue acompanhando o caso e está aberto para divulgar o posicionamento dos envolvidos.